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    Bisfenol-A (Xenoestrógenos)

    Nossa alimentação é um dos caminhos mais inconsciente quanto à contaminação por mimetizadores hormonais. O alimento processado, na maioria das vezes com excesso de açúcares e gorduras hidrogenadas, enfraquece o sistema imunológico e atinge, hoje, 80% de nosso suprimento alimentar, assim como a água. Embalagens, conservantes, colorantes e flavorizantes artificiais, podem ser todos perigosos.

     

    Envases plásticos, copos de poliestireno (PS), filmes para embalar alimentos ou revestimento plástico interno de latas, podem conter PVC’s, alquifenóis, nonilfenóis, bisfenol-A e ftalatos. Todos são conhecidos como xenoestrogênios. Tal expressão é aplicada livremente a uma série de substâncias químicas tóxicas produzidas pelo homem que confundem os receptores celulares de estrogênios no organismo, interferindo nas mensagens bioquímicas naturais.

     

    Atualmente o bisfenol – A é um perigo oculto. Utilizado na fabricação do plásticos presentes em mamaderias, garrafas de plástico, eletrodomésticos dentre outros, este composto apresenta diversos prejuízos para a saúde humana. Pequisas profundas revelam uma situação alarmante gerada pela dispersão destes xenostrogênios.

    Os xenostrogênios migram para o alimento quando são aquecidos por longos períodos.

     

    É comum encontrar caminhões transportando galões envasados através do País, sem qualquer higiene ou preocupação com incidência da luz solar. Desta forma, tem-se a migração deste composto para a água do galão.

     

    Alterando as funções principais dos estrogênios e androgênios, podem desencadear uma torrente de excepcionalidades na saúde da reprodução e do desenvolvimento.

    Além das alterações no comportamento sexual, depressão imunológica, deformidades genitais, cânceres de mama, ovários, útero, de próstata e testicular além de desordens neurológicas e na tireóide.

    Alterações comportamentais, tais como hiperatividade, aumento de agressividade e déficit de atenção.

    As consequências potenciais desta superexposição aparecerão especialmente sobre as futuras gerações. Os embriões e os fetos cujo crescimento e desenvolvimento são altamente controlados pelo sistema endócrino recebem as contaminantes na fase pré-natal ainda no útero.

    Mesmo que adultos expostos não apresentem nenhum efeito deletério, seus descendentes poderão apresentar, em toda sua vida, anormalidades reprodutivas ou em sua saúde.